Utilidades

Organização: o que funcionou para mim?

16:00

Mais ou menos no final do ano passado eu me toquei que, apesar de eu amar agendas, tabelas, itens de papelaria, eu estava num ritmo mais Zeca Pagodinho (deixa a vida me levar). Isso, obviamente, não estava fazendo nada bem para mim: perdia papeis, deixava mil coisas pra cima da hora, e esquecia até das minhas metas. 

Em 2015 percebi que as agendas, por exemplo, foram bastante uteis para mim na época do colégio porque eu tinha muitos trabalhos e atividades mas, hoje já não é de grande ajuda. Por isso, tentei os planners mensais (aqueles com folhas avulsas mesmo). Também não deu certo. Só conseguia usar para marcar as datas importantes do mês e, como ano passado enfrentei uma greve gigantesca na faculdade, eles acabaram sendo bem pouco usados pois, data importante para mim era só data de prova. 

Esse ano, acho que acertei na mosca! Estou usando planners semanais, em folhas avulsas também. Imprimo o planner gratuito do Não Me Mande Flores (link aqui), que é simples sem deixar de ser lindo.
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Na imagem ficou pequeno mas há um espaço pra circular o mês em questão, os dias da semana, e no final da folha a coisa que é absolutamente útil, que são as metas da semana. Geralmente, anoto quais matérias tenho que zerar os assuntos, coisas que preciso fazer durante a semana. 

No topo de cada dia, marco com caneta colorida o compromisso, caso tenha. Por exemplo: Prova de física, escrever post, entregar relatório. Nos dias em que eu não escrevo nada, é simplesmente porque quis me dar uma folga para ficar vagando sem rumo na internet ou jogando The Sims. (hêhê)

Imagem: acervo pessoal

Como consegui retomar a rotina de postagens aqui no blog (aplausos, muitos aplausos), vou começar a usar uma agenda que ganhei no final do ano passado de um menino que eu dava aula. Nela, vou anotar todos os conteúdos que quero trazer, coisas que preciso pesquisar, pra rechear ainda mais o blog de coisas bacanas. 

Esse é o meu método de organização desse ano e tem dado super certo! E vocês, o que fazem para manter a vida nos eixos?

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Somos gaiolas

18:00


Sabe de uma coisa? Nós somos uma gaiola. 

Nos prendemos o tempo inteiro por milhões de razões diferentes. Somos os primeiros a nos censurar, a diminuir quem somos, o que podemos fazer e subestimamos onde podemos chegar. 

Somos as nossas próprias gaiolas quando deixamos de tentar algo apenas porque achamos que não somos bons o suficiente, ou capazes o suficiente. Não somos corajosos para abrir o cadeado que nos prende e tentar ir voando, mesmo que com isso, a gente ganhe um machucado aqui e outro ali. 

Se um dia tentarmos sair das nossas gaiolinhas, não precisamos voar distâncias enormes de uma só vez,não. Podemos ir tentando, de pouco em pouco, e ir treinando nosso voo. Primeiro, alçamos voos menores, como os pássaros novinhos. Depois, aumentamos as distâncias e a intensidade com que percorremos nosso caminho. Quando lembrarmos daquela gaiola que nos prendia, vamos ver o quanto crescemos. Isso só irá acontecer se você abrir o cadeado e sair. 

Nós somos uma gaiola. Se não voarmos, a culpa é só nossa. 

Filmes

Filmes: Três filmes de menininha para assistir na TPM

17:00

O post de filmes de hoje é para aquele momento do mês em que nada colabora: a pele fica esquisita, o cabelo vira uma palha, o humor vai pro espaço. Tudo o que a gente quer na TPM (por menos tensa que ela seja) é ficar no nosso cantinho de conforto, vendo um filme que não mexa muito com as nossas emoções, comendo uma boa pipoca ou um chocolate (ou um sorvete de chocolate) para acalmar nosso coraçãozinho abalado pelos hormônios. 

Hoje temos três filmes de menininha que são ótimos para assistir nesse período blé do mês. Eles são bem conhecidos, mas são sempre gostosos de rever. 

Meninas Malvadas - 2004


"Às quartas, usamos rosa!" Como esquecer dessa frase e de tantas outras que marcam o humor do filme. Lindsay Lohan estava no ponto alto da carreira nesse trabalho e os esteriótipos extremamente marcados dos grupos do colégio, faz com que a gente se identifique em um ponto ou outro do filme. 

Sinopse: Cady Heron é uma garota que cresceu na África e sempre estudou em casa, nunca tendo ido a uma escola. Após retornar aos Estados Unidos com seus pais, ela se prepara para iniciar sua vida de estudante, se matriculando em uma escola pública. Logo Cady percebe como a língua venenosa de suas novas colegas pode prejudicar sua vida e, para piorar ainda mais sua situação, Cady se apaixona pelo garoto errado.

As Patricinhas de Beverly Hills - 1995

Acho que foi uma das primeiras vezes que vi celulares como uma coisa que seria popular, e tinha também aquele armário surreal que dava pra ela escolher as roupas pelo computador! Imagina o quanto que eu não fiquei impressionada quando vi pela primeira vez aquilo tudo. O filme já fez 20 anos de lançado e: o celular é mega popular, mas meu armário ainda não é grande e muito menos tem como escolher as roupas pelo computador (mas tem algo mais ou menos parecido com isso em alguns app's por aí). 
Sinopse: Em Beverly Hills, uma adolescente, filha de uma advogado  muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai muda tudo, primeiro por ele criticá-la de não tomar conhecimento com o “mundo real” e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.

As Apimentadas: Tudo ou nada - 2006

Esses filmes com líderes de torcida me faziam ficar imaginando como seria se na minha escola tivesse embora, muito provavelmente, eu seria um desastre nesse tipo de coisa. Mas acho tudo muito legal: desde as coreografias até as roupinhas.
Sinopse: A jovem Britney Allen é popular e vive o sonho de ser líder de torcida no colégio em que estuda, o Pacific Vista High School. O entusiasmo da estudante aumenta ainda mais quando ela descobre que a cantora Rihanna está realizando uma seleção de grupos de meninas para participar de seu novo videoclipe. No entanto, ela é obrigada a se mudar com a família para o bairro de Crenshaw Heights, onde não é bem recebida.

E pra você? Qual desses filmes é o melhor para assistir nos dias de TPM?
Atenção namorados: sempre nos deem chocolate.

Texto

Mudanças

15:00



"Eu deveria ter dito algo"
Essa é uma frase que é recorrente nos meus pensamentos há algum tempo. Tenho engolido em seco algumas vezes, chorado sozinha na cama por algumas noites, me sentindo cada vez menos ouvida. Por que isso? 

Quando eu era mais nova, acabei aprendendo que é melhor ficar calada do que acabar ferida. Pensava que era mais fácil engolir sapos, porque, afinal de contas, a raiva ia passar algum dia e não valia a pena falar algo. Por quê então que eu deveria rasgar meus pensamentos e sair cuspindo por aí? Aprendi a  ir guardando as coisas para mim. 

Acumulou, acumulou, e acho que agora transbordou. 

Tenho tentado a mostrar minhas garrinhas, mas não quero machucar ninguém, só quero me defender. Hoje em dia, penso que quanto mais eu fico calada maior a tendência de ser espremida contra a parede, a ter minhas vontades sufocadas, tudo por que, supostamente, eu teria que pensar primeiro nos outros, e no que eles queriam para mim do que qualquer coisa que partisse de mim. Sempre me fizeram acreditar que é crime agir por si mesmo, sem ser mandado, sem pedir conselhos que vêm como ordem. 

Porém, não consta como crime não. Procurei no Google. 

Mas olha só que conclusão eu cheguei: É a minha vida, ora bolas! Então em quem devo pensar primeiro? Resposta meio óbvia. Quem tem maior peso (ou talvez o único peso) nas decisões que refletem na minha vida? Acho que a resposta é mais óbvia ainda. 

Então, acho que chegou a hora de tomar as rédeas da situação: seja pra ser feliz, seja pra quebrar a cara. Chegou a hora de ser dona das minhas ações. 

Filmes

Filmes: Três animações que valem a pena

16:00

Sempre fui fã de animações. Sempre ria muito com todas que eu via, apesar de minha mãe sempre falar que era "tudo coisa besta, um monte de bicho falando". Não perdia a oportunidade de arrastar uma ou outra amiga pro cinema para assistir qualquer filme do gênero (mas geralmente elas queriam ver comédias, fueim). 
Esses dias eu estava pensando que eu até que consigo ver um monte de filmes -nas férias e feriados- no netflix, na sky ou no cinema porque tenho uma companhia ótima (obrigada, amor!) e daí, pensando nisso, resolvi abrir uma sessão de dicas de filmes aqui no blogs (aeeeee!). Para abrir essa categoria com estilo, trouxe três animações que tem meu coração e meu amor e amor deve ser compartilhado. 

1. Divertida Mente

Eu sou simplesmente apaixonada por esse filme, juro. Assisti no meu aniversário de 20 anos (super madura, obviamente) e sou encantada! Se os licenciados do filme -cadernos, pelúcias, coisas de papelaria- não custassem tão caro eu teria mil coisas do Raiva e da Nojinho. Espero que eles lancem um Divertida Mente 2 em breve. =)
SinopseRiley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle - e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente.

2. Monstros S.A 

Como não amar a Boo? Como não gritar: "Mikewasaskiiiii"? Assisti esse filme pela primeira vez há anos (acho que foi um dos primeiros DVD's que eu assisti aqui em casa, saudades locadora). É um filme que prende a atenção do inicio ao fim. Acho que sou um pouco -jura, querida?- fangirl da pixar. Saiu também o Universidade Monstros que é uma especie de spin off do filme, mas prefiro o original.

Sinopse: Monstros S.A. é a maior fábrica de sustos existente. Localizada em uma dimensão paralela, a fábrica constrói portais que levam os monstros para os quartos das crianças, onde eles poderão lhes dar sustos e gerar a fonte de energia necessária para a sobrevivência da fábrica. Entre todos os monstros que lá trabalham o mais assustador de todos é James P. Sullivan, um grande e intimidador monstro de pelo azul e chifres, que é chamado de Sully por seus amigos. Seu assistente é Mike Wazowski, um pequeno ser de um olho só com quem tem por missão assustar as crianças, que são consideradas tóxicas pelos monstros e cujo contato com eles seria catastrófico para seu mundo. Porém, ao visitar o mundo dos humanos a trabalho, Mike e Sully conhecem a garota Boo, que acaba sem querer indo parar no mundo dos monstros.

Up! Altas Aventuras


Up é outro filme que é incrível e que, na minha humilde opinião, é muito marcante para quem assiste. É um filme levinho, que fala com a maior delicadeza do mundo sobre amor, sobre ir atrás dos nossos sonhos, e mais um monte de coisas. Russel é um personagem infinitamente amável e a gente até que se diverte com o jeito ranzinza do "Seu Fredricksen".

Sinopse: Carl Fredricksen  é um vendedor de balões que, aos 78 anos, está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa, a falecida Ellie. O terreno onde a casa fica localizada interessa a um empresário, que deseja construir no local um edifício. Após um incidente em que acerta um homem com sua bengala, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado em um asilo. Para evitar que isto aconteça, ele enche milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela levante vôo. O objetivo de Carl é viajar para uma floresta na América do Sul, um local onde ele e Ellie sempre desejaram morar. Só que, após o início da aventura, ele descobre que seu pior pesadelo embarcou junto: Russell, um menino de 8 anos.

E aí, já assistiu todos da lista? Qual desses filmes é o seu favorito? Que tal ver ou rever algum deles nesse final de sexta e me contar o que achou? É só deixar um comentário que eu vou amar saber!



Livros

Resenha: A Seleção

20:33

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Pode começar o post com um arrependimento? pode sim! Então vamos lá: eu deveria ter lido esse livro antes. 
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Comprei esse livro no finalzinho do semestre passado na faculdade (uma vida marcada por semestres, como vocês podem ver) e só comecei a ler depois de terminar os outros dois livros que eu tinha comprado junto com ele. Sim, eu deixei esse livro por último! Mas posso dizer que deixei o melhor para o final. 

A Seleção é o primeiro livro da trilogia distópica que leva o mesmo nome, escrito por Kiera Cass e que nos apresenta Illéa, um país que surgiu depois da queda dos Estados Unidos da América e do Estado Americano da China, respectivamente, a sua monarquia e o seu sistema de castas: ser Um é ser parte da monarquia, ser Oito é ser um mendigo. 

Conhecemos America Singer, uma jovem da Casta Cinco que tem como meio de sustento as artes. A vida para ela é bem complicada: precisa ser contratada por pessoas de castas acima para garantir dinheiro em casa, junto com todos os outros integrantes da sua família. Ela namora Aspen, um garoto da casta Seis, portanto mais pobre e esse namoro traz uma série de implicações e quebra de regras que faz o jovem casal correr o risco de ser preso caso forem descobertos. 

A história começa a correr (e eu, comecei a correr na leitura de ansiedade com o que viria a cada página que virava) quando chega à casa de América uma carta anunciando que a Seleção para a mais nova princesa de Illéa estava recrutando garotas e que ela tinha idade suficiente caso quisesse se inscrever. Trinta e cinco jovens seriam escolhidas parar ir ao palácio e viver lá até que o Príncipe Amável Maxon escolhesse dentre elas a sua esposa. Todo o processo da Seleção é televisionado como se fosse um Reality Show para todo o país, onde a população acompanha e torce por suas favoritas. 

América só se inscreve depois de um acordo com sua mãe e do pedido de Aspen (!!) mas acredita fielmente que não será selecionada: afinal ela é só uma Casta Cinco qualquer, não tão bonita, nada rica e bem nada demais. E, além de tudo, acredita que seu futuro é ao lado do seu atual namorado. 

Um pouco depois ela tem um mal entendido com Aspen e acaba querendo mesmo ir ao Palácio, para esquecer dele. A surpresa é quando ela realmente é selecionada para estar entre o seleto grupo das 35 para ir ao palácio conhecer a família real e participar da disputa. 

Durante o caminho ao Palácio, America conhece outras participantes e cria laços de amizade com algumas desde e começo e mostra suas cismas com outras ao mesmo tempo. Já dentro dos limites do palácio, conhece o príncipe de maneira inusitada e firmam um acordo, que acaba virando uma boa amizade... E quem sabe o que mais?

A seleção é uma história que amei ler e que já estou no terceiro livro da trilogia (e li o e-book o príncipe também), sendo que faz menos de 15 dias que li o primeiro livro. Recomendo!

Só uma coisa: #teamMaxon e outra coisa #ForaCeleste